quinta-feira, 18 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
um pouco de ontem
Cada beijo errado
os corvos mordem um pedaço do fígado
e a poeira baixando
enevoa o casarão
Bêbados, embebidos e desguarnecidos
de surras do não
Jovens trombetas
O dizer alto
e as palavras que do alto caem insossas
de beleza passada
o corpo que se espalha
no chão cinza
na espera de migalhas
na espera...
...
o vinho
cospe o vermelho sôfrego
e pelo fio se faz despejar
calmamente
os cavalos pulsam
no ventre da mulher,
enxofre
e o que resta do rio
de gozo vil
pulsa o barulho do gozo (o vício tinge tudo)
as dores do desejo (o desgosto)
as dores (desassossego)
e vem o vício tingindo tudo
o desassossego
os corvos mordem um pedaço do fígado
e a poeira baixando
enevoa o casarão
Bêbados, embebidos e desguarnecidos
de surras do não
Jovens trombetas
O dizer alto
e as palavras que do alto caem insossas
de beleza passada
o corpo que se espalha
no chão cinza
na espera de migalhas
na espera...
...
o vinho
cospe o vermelho sôfrego
e pelo fio se faz despejar
calmamente
os cavalos pulsam
no ventre da mulher,
enxofre
e o que resta do rio
de gozo vil
pulsa o barulho do gozo (o vício tinge tudo)
as dores do desejo (o desgosto)
as dores (desassossego)
e vem o vício tingindo tudo
o desassossego
terça-feira, 16 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
o tempo e eu
o tempo que começa e se encerra em si
eu nasço e morro em mim e em qualquer outra coisa que eu queira
eu e o tempo somos atemporais e impessoais
nunca e sempre
indo e voltando
para o lugar do lugar nenhum
para o tempo onde o tempo não existe
onde eu não exista
onde seja tudo somente uma ilusão-realidade qualquer
eu sou o tempo que não existe
o tempo sou eu quando ele quer
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